domingo, 13 de junho de 2010

O Ninho

Velho ninho que em outrora
Servia de habitação
Acolhendo os passarinhos
Em busca de proteção
Já foi visto e admirado
Serviu de inspiração
Hoje jaz adormecido
Repousando neste chão.

Suas glórias já passaram
Hoje restam só saudades
Mas a tinta e o pincel
Lhe deram eternidade
Não foi obra do acaso
Ou tampouco do destino
Foi João teu nobre irmão
Artista, doce menino.

O ipê ainda chora
Sentindo saudade sua
Solitário é consolado
Pelo sol e pela lua
Quem te viu não te esquece
Quem não viu muito perdeu
Que beleza, quanto encanto
A natureza lhe deu.

4 comentários:

  1. AÍ RUBÃO, APÓS TANTA INSISTÊNCIA, HEIS AÍ O NINHO...

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  2. O que posso dizer... Valeu e muito pela insistência. Um poema lindo, retratando toda a singeleza desse mundão...

    Parabéns (como sempre) migu queridoO!

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  3. Clap, clap, clap!

    Impressionante a simplicidade e carisma desse texto. É o melhor sem dúvida e você sabe que li muitos, quase todos né.

    Desse texto eu costumo dizer que "o desenrolar das emoções desencadeiam sensações que resultam numa série de reações psicofísicas... mas só as veses."

    \o/

    Dale grande Kiko!

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  4. muito bom
    adorei esse poema
    n sei se eh o melhor...mais confio na palavrao de rubao
    :D

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